Ameaça do zika vírus faz aumentar procura por repelentes nas farmácias
Médicos, no entanto, recomendam cuidado com o uso desses
produtos. Repelentes são contraindicados para crianças menores de dois anos.
A corrida às
prateleiras não é só das grávidas. Adultos e crianças também devem se proteger
do mosquito. A venda do produto em São Paulo já quadruplicou. Só não vende mais
porque não tem, está até faltando, de tanta procura. Os comerciantes pedem mais
produtos, mas os fabricantes não estão dando conta, mesmo, da demanda. Na
internet, algumas marcas já estão em falta.
Mas na hora de passar
o repelente também é preciso tomar cuidado, principalmente com os bebês.
Os médicos lembram
que os pais devem tomar muito cuidado com o uso dos repelentes. As próprias
embalagens desses produtos alertam que eles são contraindicados para crianças
menores de dois anos.
Mas, na situação em
que estamos com o risco de o mosquito Aedes aegypti transmitir doenças
neurológicas muito graves, pode usar nas crianças menores com cuidado.
“Só que você evita
ficar usando muitas vezes ao dia. então, de preferência, usar uma vez ao dia,
então você tem que escolher um pouco o momento que você vai usar. O mosquito,
ele é diurno. No começo da manhã e no fim da tarde é que você teria o maior
risco”, explica a dermatologista Denise Steiner, coordenadora científica da
Sociedade Brasileira de Dermatologia.
A dermatologista diz
que não se deve usar nenhum tipo de repelente em bebês de menos de seis meses.
“O repelente tem uma
substância que é aquela que vai fazer repelir o inseto, que é uma substância
química e tem uma determinada toxicidade”, explica ela.
Para adultos e idosos
não tem segredo: são aqueles disponíveis no mercado. A Agência Nacional de
Vigilância Sanitária orienta.
Confira a entrevista
completa sobre o assunto com participação da Dra. Denise Steiner, ao Bom dia
Brasil de 11 de dezembro 2015 no link:

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